Agradeço a toda a equipe do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ em especial a Maria Dias, Beth Castro, À Professora Beatriz Resende e ao Professor Denílson Lopes pelo carinho e generosidade com os quais fui recebido.
Aos convidados que aceitaram participar deste fórum: Sérgio Zaidafth, Hylton Sarcinelli Luz, José Carlos Lelis, Madel Luz, Kátia Lerner, Eduardo Coutniho, Bia Lessa e Consuelo Lins.
À Odette Ernest Dias pelo concerto maravilhoso que assistiremos.
Minha trajetória:
Sou filho de médico formado por esta universidade em 1932.
Estudo flauta transversal desde os 12 anos de idade.
Formei em medicina tb por esta universidade
Fiz pós graduação em nefrologia e homeopatia unicista
Cursei o mestrado em Comunicação e Cultura aqui na ECO – UFRJ.
Tema O que se diz do que se vê. Uma abordagem comunicacional da nefropatia por analgésicos.
Atualmente sou consultor do grupo NepHro e coordenador do serviço de Nefrologia do Hospital Copa D’Or.
Trajetória do Fórum:
Quando o Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ pensou em começar a realizar um programa em comunicação e saúde e eu tive a sorte de ser convidado para ajudar a organizá-lo, concordamos em discutir este tema em sua instância que entendemos ser fundamental: a relação com o outro. E nesta relação optamos por estimular inicialmente a circulação de sentidos sobre a arte da entrevista e da escuta, para posteriormente abordarmos o registro e outros aspectos deste mercado simbólico.
No primeiro dia...
No segundo dia...
I Fórum de Comunicação e Saúde do
Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Recital
24 de Outubro de 2008
Salão Dourado
19:00 horas
Odette Ernest Dias
Flauta
Programa
Prelúdio Joseph Bodin de Boismortier
O Rouxinol Apaixonado François Couperin
Fantasia Philippe Gaubert
Syrinx Claude Debussy
Canção de amor Villa Lobos
Caminho da Saudade. Radamés Gnattali
Mumtaz Mahal Paul Horn
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
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Um comentário:
O Forum de Saúde e Comunicação como proposto é de uma pertinência impar por dois motivos. O primeiro por focar na escuta, na entrevista e no registro,aspectos atualmente relegados à condição de temas menores. Menores em razão da atenção extrema que se oferece ao refinamento e a acuidade diagnóstica dos equipamentos e da tecnologia de documentação em detrimento do que é "aquilo" que o paciente trás para ser consultado. O segundo motivo por estabelecer como critério o diálogo com a diversidade, propiciando o cruzamento de olhares que sondam, investigam e observam a natureza viva, as expressões dos humanos. Oferecer voz às discrepâncias e acolher dissonâncias no mundo uníssono da pensamento bioteconlógico da saúde é no mínimo inspirador.
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