segunda-feira, 10 de novembro de 2008

sábado, 1 de novembro de 2008

A mesa final: O médico o paciente e seus personagens

Eduardo Coutinho
Consuleo Lins
Bia Lessa

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Agradeço a toda a equipe do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ em especial a Maria Dias, Beth Castro, À Professora Beatriz Resende e ao Professor Denílson Lopes pelo carinho e generosidade com os quais fui recebido.

Aos convidados que aceitaram participar deste fórum: Sérgio Zaidafth, Hylton Sarcinelli Luz, José Carlos Lelis, Madel Luz, Kátia Lerner, Eduardo Coutniho, Bia Lessa e Consuelo Lins.

À Odette Ernest Dias pelo concerto maravilhoso que assistiremos.

Minha trajetória:
Sou filho de médico formado por esta universidade em 1932.
Estudo flauta transversal desde os 12 anos de idade.
Formei em medicina tb por esta universidade
Fiz pós graduação em nefrologia e homeopatia unicista
Cursei o mestrado em Comunicação e Cultura aqui na ECO – UFRJ.
Tema O que se diz do que se vê. Uma abordagem comunicacional da nefropatia por analgésicos.
Atualmente sou consultor do grupo NepHro e coordenador do serviço de Nefrologia do Hospital Copa D’Or.

Trajetória do Fórum:
Quando o Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ pensou em começar a realizar um programa em comunicação e saúde e eu tive a sorte de ser convidado para ajudar a organizá-lo, concordamos em discutir este tema em sua instância que entendemos ser fundamental: a relação com o outro. E nesta relação optamos por estimular inicialmente a circulação de sentidos sobre a arte da entrevista e da escuta, para posteriormente abordarmos o registro e outros aspectos deste mercado simbólico.

No primeiro dia...
No segundo dia...
I Fórum de Comunicação e Saúde do
Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Recital
24 de Outubro de 2008
Salão Dourado
19:00 horas

Odette Ernest Dias
Flauta

Programa


Prelúdio Joseph Bodin de Boismortier
O Rouxinol Apaixonado François Couperin
Fantasia Philippe Gaubert
Syrinx Claude Debussy
Canção de amor Villa Lobos
Caminho da Saudade. Radamés Gnattali
Mumtaz Mahal Paul Horn

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Boas vindas!

Bem vindos!
Através desta lista de postagens vamos pensando sobre a escolha do tema do fórum e possibilitando a reflexão sobre as conferências que estão sendo realizadas.

Espero que esteja ficando bom!

Portais sobre comunicação e saúde: Capilaridade Polifônica

Bons portais para a rede sobre Comunicação e Saúde

http://www.abrasco.org.br/Livraria/Comunicacao_Saude.htm

http://www.ensp.fiocruz.br/radis/

http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=136

http://www.cict.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=72

http://www.bireme.br/php/level.php?lang=pt&component=109&item=38

http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?pub_id=40573

http://socialsciences.scielo.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=1414-3283&lng=pt&nrm=iso

http://oquesedizdoqueseve.blogspot.com/

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312007000100003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

As Conferências do Fórum

Após o dia 31 de Outubro de 2008 todas estarão disponíveis neste blog
Sérgio Zaidhaft
Hylton Luz
José Carlos Lelis
Madel Luz
Katia Lerner

Aspectos comunicacionais da escuta

Nas três próximas postagens apresento três postulados que utilizei para relacionar comunicação, escuta, saúde, indivíduo, cinema documentário e concerto de flauta.

Os títulos das postagens são: Semiose infinita, Heterogeneidade Enunciativa, Economia Política do Significante.

Os textos foram recolhidos de minha dissertação de mestrado: "O que se diz do que se vê. Uma abordagem comunicacional da nefropatia por analgésicos. ECO - UFRJ - 2002"

Economia Política do Significante

“É só através do processo de produção, circulação e consumo que os objetos adquirem a condição de significante.... Trata-se de conceber os fenômenos de sentido como tendo, de um lado, sempre a forma de investimento nos conglomerados de matérias de significantes e como remetendo, de outro lado, ao funcionamento da rede semiótica conceptualizada como sistema produtivo. Esses investimentos são suscetíveis de serem descritos como conjuntos de processo produtivos".

A Reconversão do Olhar. 1a Edição – Ed. UNISINOS, 2000
Inesita Araújo

Heterogeneidade Enunciativa

Conforme Inesita Araújo, “a categoria que está no cerne do conceito de polifonia é a alteridade, a figura do Outro, que é constitutiva do sujeito. Bakhtin propôs o termo dialogismo para dar conta dessa relação, em que o Eu só se constitui pela existência do Outro, em diálogo com o Outro. Para ele: ou se é dialógico, ou não se é”. Assim, Bakhtin descortina as vozes que compõem as “afirmações”, os enunciados ou textos ou discursos. Os vários sujeitos falando, conferindo a historicidade ontológica da relação dialética fala/língua. Esta historicidade é contemplada no termo intertextualidade, proposto por Kristeva em 1966, que equivale a heterogeneidade enunciativa ou polifonia. Fairclough considera a intertextualidade como um dos aspectos fundamentais da análise do discurso enquanto “prática discursiva”.

Semiose infinita

“As palavras são ‘multimoduladas’. Elas sempre carregam ecos de outros significados que elas colocam em movimento, apesar de nossos melhores esforços para cerrar o significado. Nossas afirmações são baseadas em proposições e premissas das quais nós não temos consciência, mas que são, por assim dizer, conduzidas na corrente sangüínea de nossa língua. Tudo o que dizemos tem um antes e um depois – uma margem na qual outras pessoas podem escrever. O significado é inerentemente instável: ele procura o fechamento (a identidade), mas ele é constantemente perturbado (pela diferença). Ele está constantemente escapulindo de nós. Existem sempre significados suplementares sobre os quais não temos qualquer controle, que surgirão e subverterão nossas tentativas para criar mundos fixos e estáveis”.

A identidade na pós-modernidade
Stuart Hall

O Fórum e seu programa

Clique na imagem e
leia o programa no Fórum de Ciência e Cultura

Trajetória

Trajetória do I Fórum de Comunicação e Saúde da UFRJ

Quando o Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ pensou em realizar um programa sobre o tema comunicação e saúde, eu tive a sorte de ser convidado para ajudar a organizá-lo.
Escolhemos o tema Entrevista, Escuta e Registro por entendermos que o centro de toda a interação entre os campos da Comunicação e da Saúde está na relação clínica (terapêuta e indivíduo).
E assim, inauguramos este programa com cinco conferências, dois debates, um filme, um concerto e o desenvolvimento deste espaço virtual sustentável do tema.

Confira o programa